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Riccardo Puliti, de nacionalidade italiana, é Vice-Presidente Regional da IFC para Ásia e Pacífico e supervisiona todas as operações de investimento e serviços de consultoria na região. Seu foco de trabalho é alavancar o Grupo Banco Mundial para escalar o crescimento sustentável liderado pelo setor privado, dando apoio a produtos inovadores e tecnologias transformadoras. Suas principais prioridades para a região incluem expandir a inclusão financeira e digital para comunidades carentes, aumentar o financiamento climático, ajudar os países a fazer a transição para fontes de energia limpas e preencher as lacunas de infraestrutura e de gênero.
Antes de assumir seu cargo atual, Riccardo foi Vice-Presidente do Banco Mundial para Infraestrutura. Nessa posição, ele era responsável pelos esforços globais do Banco para a construção de infraestrutura nos mercados emergentes e por apoiar as prioridades estratégicas de negócios do Grupo Banco Mundial, como o plano de ação para as mudanças climáticas e o desenvolvimento do indicador PCE (Private Capital Enabling). Riccardo também atuou como Diretor Regional de Infraestrutura do Banco Mundial para a África, onde supervisionou e deu direção estratégica, ao mesmo tempo em que trabalhava com a IFC e a MIGA para criar condições para mobilizar capital privado. Riccardo ingressou no Grupo Banco Mundial como Diretor Sênior da Prática Global de Energia e Indústrias Extrativas em novembro de 2016 e liderou uma equipe de 500 profissionais, elaborando políticas de desenvolvimento e financiamento nos setores de energia e extração globais.
Antes de ingressar no Grupo Banco Mundial, Riccardo foi Diretor-Gerente encarregado de Energia e Indústrias Extrativas no Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento. Ele começou sua carreira no Istituto Mobiliare Italiano e posteriormente trabalhou no Banque Indosuez e NM Rothschild and Sons em M&A e mercados de capitais.
Riccardo possui um MBA pelo Instituto Superior de Estudios de la Empresa (IESE) e pós-graduação na Kennedy School of Government, Harvard University e Imperial College.